Faço um estudo bíblico hebraico através do Israel Biblical Studies… Entendendo a etimologia da palavra, entendemos também seu real significado. Com base nesses estudos, compartilho com vocês pequenos trechos para analise e reflexão.

  • Era uma maçã!?

  • A descrição da árvore do “conhecimento do bem e do mal” não deixa pistas para a espécie da árvore. Durante muitos anos esse fruto foi retratado como uma maçã. Mas no original em Hebraico nenhuma maçã é mencionada (tapuach, תפוח). O mito da maçã se desenvolveu de um erro de São Jerônimo ao criar a versão latina da Bíblia, conhecida como Vulgate no ano de 382.
  • Os frutos proibidos

  • Então qual era esse fruto? Fontes judaicas oferecem algumas alternativas: noz (אגוז, egoz); cidra (etrog, אתרוג); vinhedo (gefen, גפן); trigo (חיטה, chitá); e figo (teená, תאנה). As duas interpretações mais aceitas são as do vinhedo e da figueira, com preferência para a figueira que é a primeira árvore que aparece em Gênesis. Além disso, o texto conta que quando o primeiro casal percebeu que estavam pelados, fizeram uma tapadeira utilizando folhas de figueira.

Ao analisarmos o texto acima, podemos fazer uma alusão entre o conto que foi utilizado para que possamos entender o real significado deste contexto bíblico.

Quando se esconderam atrás das folhas de figueiras, esconderam também suas vergonhas, medos, abismos, assim com o conto grego da caixa de Pandora, o conhecimento sobre o bem e o mal, o livre arbítrio, a opção de escolhas. E dentro destes paradigmas, entendemos o grande segredo e base do Universo, voltamos a física e entendemos que existem dois polos de energia, um positivo outro negativo e estes compõem o Universo.

Quando O Grande Arquiteto do Universo resolveu criar seu semelhante, deu lhe seu conhecimento na integra para que fosse aprimorado e para que pudessem construir a Grande Obra, o conhecimento sobre o bem e o mal, o masculino e o feminino, o Yin e Yang.

Lei da Polaridade, 

“Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados ”

A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O pólo positivo + e o negativo  da corrente elétrica são uma mera convenção.

O claro e o escuro também são manifestações da luz. A escala musical do som, o duro versus o flexível, o doce versus o salgado. Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento.

A lei da dualidade esta também expressa na cultura chinesa através do Yin Yang, segundo a mitologia chinesa foi entregue a eles por uma cobra que desceu no céu, ela é o conhecimento da dualidade do bem e do mal. Acredita-se que este seja o fruto do conhecimento do bem e do mal citado no Gênesis da bíblia, muitas outras das leis herméticas também podem ser constatadas no estudo do Yin Yang,

Por tanto como Assim com Hermes o Grande disse,

“O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora.”

Significa que o que está em cima (seu consciente) é como o que está em baixo (seu subconsciente) e o que está dentro (as emoções geradas pela ideia posta em seu subconsciente) é como o que está fora (resultado no mundo físico gerado pelo universo com base nas emoções e vibrações geradas pelo seu corpo, seguindo seu subconsciente). A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de ver outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta.

O princípio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa.

“O Todo é Mente; o Universo é mental.”

O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que ‘pensa’ e assim é tudo que existe. É o todo. Toda a criação principiou como uma ideia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência.

A matéria é como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que ‘pensa’. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento.

A maça,
Na mitologia céltica, esta fruta simboliza a magia, a imortalidade e o conhecimento.
Para os medievais era confortante o sentido da maçã como Ilha dos Bem-aventurados, possibilitando o acesso dos indivíduos num mundo semelhante ao paraíso e que se localizava paralelamente ao mundo terreno.
Entre as populações de origem céltica, a maçã representa o conhecimento, a revelação e a magia.
A alusão nos diz então que maças, eram entregues como oferendas de amor e devoção aos Deuses para que o conhecimento sobre a Árvore da vida fosse os dado, bem assim superando o mal que existe também dentro da anima de todo neófito. Com objetivo de nos santificarmos e um dia nos tornarmos Crísticos, como o real exemplo de Jesus Cristo o filho santo de Deus. Não só a maça mas outras frutas.
Contos, alegorias, símbolos com profundas raízes.

A bíblia é toda alegórica, e também provém do Hebraico, por tanto para imbuir seu real significado não basta só ler, tem que meditar, estudar, conectar pois o conhecimento está para ser compartilhado.

Reflita e tire suas próprias conclusões.

Fonte: https://lp.israelbiblicalstudies.com/lp_iibs_biblical_hebrew_was_it_an_apple_2018-pt.html?cid=50384&adgroupid=-1&utm_source=Email_Marketing&utm_medium=Was_it_an_apple_01%2f18&utm_campaign=BIB_PT_EML_Was_it_an_apple_2018-01-16_50384&stid=5794139&hash=1329426fce920eabb13102d944493502&_at=0.3.9629608,0.184112421.zaezzxexeduwddswsw&_atscid=3_2483_184112421_9629608_0_Tzaezzxexeduwddswsw

Gratidão e Pax profundis .’.

Um beijo da Bruxa Urbana:: S.G::

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