A Deusa da a Luz ao seu filho, o Deus com o solstício de inverno se aproximando no hemisfério norte Yule em 21 de dezembro, por isso o papai Noel se veste com trajes quentes.

Inicio do verão no hemisfério sul , comemora-se o Litha, festival do Verão, essa seria a adaptação do Cristianismo, as tradições pagãs que foram incorporadas às tradições de Natal moderna. Muitas das tradições que praticamos já estavam sendo usadas antes do nascimento de Jesus.

Já que o Deus é o Sol este marca a época do ano quando o Sol também renasce. Ascendemos velas e fogueiras para dar os vindas ao retorno da luz do Sol. A Deusa que padece suas dores de parto, descansa após dar à luz a seu filho.

A festa do filho de Ísis, Horus foi celebrada na antiga Babilônia, em 25 de dezembro. Durante esta celebração, os presentes foram trocados. Em Roma, o Imperador Aureliano estabeleceu a data como o nascimento do Sol Invencível, como parte das celebrações do solstício de inverno que aconteceram no Império Romano. Sua celebração foi referido como “Saturnalia”, e Saturno honrado, o Deus da Agricultura. Durante a Saturnália,os romanos trocavam presentes de boa sorte chamado Stenae, ou “frutos da sorte.” Saturnalia também é importante na nossa história, porque os Mascarados nasceram lá. Os Mascarados eram cantores e dançarinos que viajavam de uma casa para outra em todo mundo, divertindo e cantando para as pessoas onde passavam. Isso é mais do que provável de onde surgiu a tradição muito comum em  alguns paises, dos corais que vão cantando de porta em porta.

No norte da europa, os pagãos celebravam o Yule muito antes do cristianismo vir para a terra. O Yule foi a celebração do solstício de inverno e foi simbólica de Mitras, o deus do sol. Um dos rituais para celebrar a Mitra era acender uma vela. Durante o Yule também eram queimados em honra do sol as bagas de azevinho que eram considerados os alimentos preferidos dos deuses. O ritual de Yule também incluía levar o tronco de uma árvore para dentro da casa. Os Druidas usaram árvores como símbolos religiosos e realizavam algumas de suas cerimônias mais sagradas em torno delas. Romanos decoravam suas salas com guirlandas e até mesmo colocavam velas em árvores para decorar a Saturnália.

Atualmente temos essa comemoração mágica comercializada, mas a antiga magia continua a se fazer presente nesses dias e noites. Os rituais variam muito, mas todos estão relacionados as divindades e a nossa casa a Terra Mãe Gaia.

Os sabás, sendo guiado apelo Sol, eram mais celebrados a tarde e ao amanhecer e atualmente ao anoitecer. Os sabás nos contam uma das histórias da Deusa e do Deus, de seu relacionamento e seus efeitos na fecundidade da Terra. O princípio da Criação é retratado sob muitos contos, mas estudando a fundo sabemos que muito antes da vinda e reencarnação do próprio Cristo. O mesmo conto difundido em diferentes culturas, realidades, são analogias que nossa raça humana e racional encontramos pra interpretar o mistério dos mistérios que é a Grande Criação.

Que neste período de tempo possamos de fato aprender com os contos que nos deixaram e que possamos extrair ao máximo fazendo um paralelo a nós mesmos. O auto conhecimento é a nova chave. Se encontrar, compreender, curar e renascer assim como o Sol renasce neste período durante o Solstício.

Nesse momento nos aqui do Hemisfério Sul, comemoramos a Festa do Verão, também conhecido como Litha, quando esses poderes alcançam o seu ponto mais alto. A Terra é infundada pela fertilidade da Deusa e do Deus.

Ascendam as fogueiras e pulem pedindo fertilidade, purificação, saúde e amor. O fogo celebrado representa o Sol e nessa época quando os dias são mais longos. A festa do verão é época perfeita para práticas de magia de todos os tipos.

Renascer é preciso. Renasça e crie um novo modo de viver!

Um mágico e feliz Natal a todos mais um ciclo se encerra pra que melhores possam vir!

 

Um beijo da Bruxa Urbana,

 

 

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